A pergunta não é qual plataforma é melhor, e sim onde está a sua demanda agora. Google captura quem já está procurando; Meta cria interesse em quem ainda não procurou. A escolha depende do seu produto e do seu momento.
Google Ads: captura de demanda
- Funciona quando: as pessoas já buscam o que você vende (“agência de tráfego pago”, “encanador 24h”).
- Vantagem: intenção alta — o lead já sabe o que quer.
- Custo: CPC mais caro, disputado por concorrentes na mesma busca.
- Precisa de: lista de palavras-chave bem trabalhada e negativas para não queimar verba.
Meta Ads: geração de demanda
- Funciona quando: o problema não é procurado ativamente, ou o público não sabe que a solução existe.
- Vantagem: alcance e criativo — você controla a narrativa e o custo por impressão é menor.
- Custo: exige investimento constante em criativo; o anúncio cansa rápido.
- Precisa de: oferta clara e uma esteira de criativos novos.
Como decidir
- Tem volume de busca pelo seu serviço? Comece pelo Google.
- Produto novo ou categoria que ninguém procura? Comece pelo Meta.
- Orçamento apertado? Um canal só, bem feito, bate dois pela metade.
- Já tem os dois rodando? Meça o CAC de cada um separadamente antes de realocar.
O que medir
CAC por canal, participação de cada um no pipeline e o efeito combinado — muitas vezes o Meta gera a busca de marca que o Google depois captura.
Na Trafegar, começamos pelo canal com melhor relação esforço-retorno para o seu momento e expandimos quando os números pedem.