A pergunta não é qual plataforma é melhor, e sim onde está a sua demanda agora. Google captura quem já está procurando; Meta cria interesse em quem ainda não procurou. A escolha depende do seu produto e do seu momento.

  • Funciona quando: as pessoas já buscam o que você vende (“agência de tráfego pago”, “encanador 24h”).
  • Vantagem: intenção alta — o lead já sabe o que quer.
  • Custo: CPC mais caro, disputado por concorrentes na mesma busca.
  • Precisa de: lista de palavras-chave bem trabalhada e negativas para não queimar verba.

Meta Ads: geração de demanda

  • Funciona quando: o problema não é procurado ativamente, ou o público não sabe que a solução existe.
  • Vantagem: alcance e criativo — você controla a narrativa e o custo por impressão é menor.
  • Custo: exige investimento constante em criativo; o anúncio cansa rápido.
  • Precisa de: oferta clara e uma esteira de criativos novos.

Como decidir

  1. Tem volume de busca pelo seu serviço? Comece pelo Google.
  2. Produto novo ou categoria que ninguém procura? Comece pelo Meta.
  3. Orçamento apertado? Um canal só, bem feito, bate dois pela metade.
  4. Já tem os dois rodando? Meça o CAC de cada um separadamente antes de realocar.

O que medir

CAC por canal, participação de cada um no pipeline e o efeito combinado — muitas vezes o Meta gera a busca de marca que o Google depois captura.

Na Trafegar, começamos pelo canal com melhor relação esforço-retorno para o seu momento e expandimos quando os números pedem.